ASP.NET Web API: Configurando a serialização com JSON e XML

O ASP.NET Web API é um framework muito flexível e testável, falando em API’s existem diversas maneiras de empacotar e entregar as informações para os clientes que estão utilizando, recentemente tive que realizar algumas configuração de data e formatação de como os objetos seriam serializando. Pensando nisto, decidi escrever este post para mostrar algumas das possibilidades de configurações em como é feita a serialização e entrega pelas nossas WebAPI’s.

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Codificando Night Week: Performance Web com ASP.NET MVC

Performance é uma fator de sucesso ou fracasso para nossas aplicações, seja para melhorar a experiência do usuário ou para diminuir o uso de recursos computacionais ela é muito importante. Veja nesta apresentação os principais fatores e as principais técnicas para melhorar a performance de nossas aplicações web.

 

Evento: https://www.youtube.com/watch?v=TLHvLgdeF3w

Github:

https://github.com/rodolfofadino/DemoFrontEnd

https://github.com/rodolfofadino/DemoIISThread

Entity Framework, performance e uso de índices em cenários de grandes volumes

O Entity Framework é um ORM extremamente completo, que traz diversos recursos como: testabilidade, implementações assincronas(Await e Async), configurações baseada em codigo(code-based configuration), mapeamento para store-procedures, migrations e até interceptores e logs para as consultas.

Porém em cenários como quado configuramos o mapeamento do objeto manualmente, ou mesmo cenários em que o volume de dados ou requisições é grande, olhar e analisar a consulta que o Entity Framework gera é muito importante para indentificar possiveis gargalos ou melhorias. Tenho utilizado o EF com sucesso em várias aplicações, tive alguns problemas que foram gerados por como o banco estava estruturado e como eu fiz a configuração do mapeamento.

Neste post vou mostrar como é possivel analisar a consulta SQL que é gerada pelo EF,  mostrarei também um exemplo prático de como isto foi útil em um problema que tive.

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ASP.NET MVC 6 – Inject (injetando um serviço em uma View)

Uma feature bem interessante do ASP.NET MVC 6 é que ele traz um container padrão para injeção de dependência(é possível alterar o container e configurar), entrarei em maiores detalhes sobre com funciona esta injeção de dependência em um próximo post. Neste post eu queria mostrar a possibilidade de injetar um serviço (uma classe) em uma View, e utilizar todos os recursos dela e do razor, incluindo async e await, para isto só precisaremos criar uma classe, registrar ela no injetor de dependência e utilizar um statement novo no razor, o “inject”  \o/

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ASP.NET MVC 6 – TagHelpers

O Razor trouxe uma sintax muito mais simples para se utilizar no desenvolvimento web, com ele deixamos de utilizar os “<% %>” que eram necessários na view engine .aspx (Web Forms). Porém ainda era necessário converter e mudar o html puro para utilizar alguns helpers como:

@Html.LabelFor(model => model.Nome, new { @class = "control-label col-md-2" })
e
@Html.EditorFor(model => model.Nome)

para renderizar coisas simples como:

<label class="control-label col-md-2" for="Nome">Nome</label>
e
<input class="text-box single-line" id="Nome" name="Nome" type="text" value="">

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ASP.NET MVC 6 – Razor com suporte ao Async e Flush

O Razor é uma view engine extremamente poderosa, com uma sintax simples e limpa de utilizar. Entre as novidades do ASP.NET 5 estão varias melhorias desta view engine (lembrando que o Razor é uma view engine independente do ASP.NET MVC, sendo utilizada para varias outras coisas).

Entre os principais recursos novos estão o suporte ao Async e o Flush parcial da resposta do html para o usuário, a idéia deste post é mostrar um pouco como estão estas duas novas features.

Async e Razor

Uma grande mudança foi a implementação do suporte ao desenvolvimento assíncrono também no Razor, com isto, podemos utilizar métodos ou até a nossa Model com Async, isto pode parecer um pouco estranho para alguns padrões de projetos MVC, mas vale lembrar que além do MVC o Razor é utilizado em varias outras coisas como geração de html para emails, entre outros usos.

Com isto podemos por exemplo, que nossa ViewModel utilize Tasks em propriedades e somente no momento de utilizar estes dados na View utilizamos o Await.

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ASP.NET MVC 6 – View Components

Um conceito novo que o ASP.NET MVC 6 traz é o View Components, cuja ideia principal é ser algo parecido com uma partial view, porém com muito mais recursos como testabilidade, isolamento de conceitos. Basicamente é possível fazer uma comparação como um mini controller, que é responsável pela renderização de um bloco só da pagina. Exemplos de uso: dados do usuário, menus customizados, informações de últimos produtos, promoções, algo que possua uma lógica e implementação um pouco mais complexa que uma Partial View.

A estrutura básica de um View Component é composta de uma classe (geralmente que herde de ViewComponent) e um arquivo Razor.

Classe

Uma classe de View Component pode ser criada e configurada das seguintes maneiras:

  • Herdando de ViewComponent
  • Decorando a classe com o atributo [ViewComponent], ou herdando de uma classe que tenha este atributo
  • Criando uma classe com o padrão de nome que termine com ViewComponent. Ex: UltimasNoticiasViewComponent

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Visual Studio 2015: integração nativa com npm, Grunt e Bower

Ontem foi disponibilizado para download a nova versão do Visual Studio 2015 Preview, existem diversas novidades incríveis como: .NET Open Source, CrossPlataform e Visual Studio Community. Além de isto ser uma revolução no ecossistema de desenvolvimento web, o time responsável pelas “web tools” do Visual Studio também fez um excelente movimento, trazendo nativamente a integração com as ferramentas padrões de mercado para desenvolvimento web/frontend. A idéia deste post é mostrar um pouco como ficaram estas features, e se você é um desenvolvedor web, e ainda não conhece o npm (Node Package Manager), Grunt e Bower, corra atrás para aprender como elas funcionam, pois estas tecnologias já são o presente do mercado de desenvolvimento web.

Ferramentas envolvidas

image

  • node.js: plataforma JavaScript construída sobre o runtime do Chrome, tem como objetivo o rápido desenvolvimento, performance e escalabilidade.
  • npm (Node Package Manager): o npm é um gerenciado de pacotes, que utiliza o node.js como plataforma para execução, tanto o Bower quanto o Grunt utilizam ele para gerenciar os pacotes que eles instalarão
  • Bower: gerenciador de pacotes para web/frontend, como bibliotecas js e css, notem que o projeto default do ASP.NET MVC 6 deixará de utilizar o NuGet package para pacotes de frontend (jquery por exemplo)
  • Grunt: task runner baseado em JavaScript, é utilizado para automatizar rotinas como geração de .min e outras automatizações (também é possível utilizar o Gump)

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C# e PowerShell – objetos IDisposable

Alguns meses atrás automatizei um processo de deploy utilizando PowerShell, basicamente ele tirava servidor por servidor do NLB, sincronizava os arquivos e realizava alguns GET’s em um lista de urls. Para realizar a requisição web, eu optei por criar um objeto do tipo System.Net.WebRequest, e realizar a requisição. Porém notei que o processo travava, demorava muito e até retornava timeout, quanto tinha mais de uma url para testar.

Abaixo segue um exemplo do código que apresentava timeout:

Sem Dispose

$urls=("http://www.google.com.br","http://www.google.com.br","http://www.google.com.br","http://www.google.com.br","http://www.google.com.br","http://www.google.com.br","http://www.google.com.br","http://www.google.com.br","http://www.google.com.br","http://www.google.com.br")

foreach($item in $urls){
    $request = [System.Net.WebRequest]::Create($item)
    $response=$request.GetResponse()
    $response.StatusCode
}

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